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Serialização farmacêutica: visão artificial e marcação para a rastreabilidade

Serialização farmacêutica: visão artificial e marcação para a rastreabilidade

A serialização farmacêutica atribui a cada embalagem um código único (normalmente um DataMatrix) que permite segui-la ao longo de toda a cadeia de abastecimento. É um requisito legal para combater os medicamentos falsificados, e só funciona se a marcação for correta e legível. É aí que a visão artificial se torna imprescindível.

O que é a serialização farmacêutica

Consiste em imprimir em cada estojo um identificador único (produto, número de série, lote e validade) e registá-lo num repositório central, como o do sistema europeu de verificação de medicamentos (EMVO). Assim, cada unidade pode ser autenticada antes de ser dispensada.

Marcação e visão artificial

A marcação imprime o código; a visão artificial garante que esse código é correto e legível. Através de leitura e verificação (OCR/OCV e grading do DataMatrix), o sistema comprova unidade a unidade que a serialização foi bem aplicada e rejeita qualquer embalagem com código ilegível ou errado.

Porque é que a verificação é fundamental

Um código serializado ilegível é tão problemático como não o ter: bloqueia a unidade na cadeia. Verificar em linha evita recolhas, rejeições na distribuição e problemas de cumprimento. É a base de uma rastreabilidade fiável (ver rastreabilidade de dados).

Integração com a linha

A verificação de serialização integra-se com a impressora/marcadora e o sistema de rejeição, e alimenta o software de rastreabilidade. Faz parte do controlo de qualidade farmacêutico integral.

Na AIS Vision Systems garantimos a serialização com verificação e software à medida integrado com a sua linha. Fale-nos do seu processo.

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