Escolher bem um sistema de inspeção por visão artificial faz a diferença entre uma inspeção fiável e uma fonte de falsas rejeições. Não se trata de comprar “a melhor câmara”, mas de acertar no conjunto para o seu processo. Este guia resume os critérios-chave.
1. Defina que defeito quer detetar
Tudo começa aqui: o que é um produto correto e o que é um defeito? Quanto mais claro estiver o critério de qualidade, melhor será a solução. Disto dependem a câmara, a ótica e a iluminação (ver tipos de câmaras).
2. Considere a velocidade da linha
A cadência determina a resolução e a velocidade de câmara e processamento. Um sistema bem dimensionado inspeciona 100 % sem travar a produção. Pode rever os fundamentos da visão computacional para entender estes compromissos.
3. Regras ou deep learning
Para defeitos bem definidos, a visão por regras é rápida e precisa. Para variabilidade natural ou defeitos difusos, o deep learning traz robustez. Muitas linhas combinam ambos.
4. Integração com a sua linha
O sistema deve ligar-se ao seu controlo (PLC), ao sistema de rejeição e à sua rastreabilidade. Avalie a facilidade de integração tanto como a inspeção em si.
5. Suporte e evolução
O produto muda; a norma também. Escolha um sistema (e um parceiro) que possa ajustar quando precisar, de preferência com software à medida.
Na AIS Vision Systems desenhamos o sistema de inspeção à medida do seu processo com a nossa plataforma de inspeção. Diga-nos o que inspeciona e aconselhamo-lo.